Espero que gostem... essa é a minha preferida... já tenho todo o final dela, mas não o começo [as minhas estórias são assim mesmo].
Nas férias estarei mais livre e me sentirei menos culpada de estar no pc em vez de estudar então escreverei mais histórias =D
Críticas, elogios e opiniões nos comentários, por favor!
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“Aquilo não era normal. Primeiro aquela mensagem no celular, agora isso? Mas, porque a paranóia? Acabar a força é normal numa universidade daquele tamanho. E daqui a pouco as luzes de emergência seriam ligadas, não seriam?” Ela tentava não juntar as peças, tentava prestar atenção na gritaria e risinhos dos calouros. Ela nunca teve medo do escuro, mas naquele dia ela começava a sentir arrepios com a situação. Luzes de emergência ligadas, finalmente!
A professora tenta começar a aula pedindo silencio para os alunos, aos poucos a sala volta ao normal, e quando a professora começa a explicar a luz se apaga novamente. Mais gritos, mais risos, pessoas saem da sala, a maioria pega o celular pra tentar iluminar um pouco a sala.
Ela fica inquieta, nunca foi descontrolada, mas naquele momento ela queria sair daquele lugar que hoje parecia tão hostil, mas ir pra onde? A universidade inteira estava sem luz, não fazia sentido ela querer sair dali. Nada já fazia sentido pra ela, ou pior, as peças estavam se encaixando e ela com certeza não queria que aquilo tivesse sentido.
Suas mãos começaram a suar, sua respiração ficou ofegante, seu estômago vazio estava embrulhando, seus pés inconscientemente se inclinaram para a direção da porta e seus braços seguraram firme a bolsa e o caderno. Ela estava pronta pra fugir e todos os seus sentidos estavam prontos para ação.
De repente, os pêlos de sua nuca arrepiaram e ela se sentiu gelar da ponta dos dedos dos pés até o pescoço. “Fique!” ela ouviu, mas não havia ninguém do lado dela, e as meninas que sentavam na cadeira de trás já tinham levantado na hora do segundo apagão. “Fique aí, não se mexa”, a voz de homem era baixa, quase um sussurro, mas tom da voz era firme, era quente, era clara.
Milena engoliu seco e não se moveu, não que ela tenha obedecido a voz porque quis, mas era como se a voz tivesse hipnotizado, ou anestesiado seu corpo. A mente estava intacta, mas ele não conseguia controlar os movimentos do corpo. Ficou assim por mais uns três minutos, ela contou, era a única coisa que ela podia fazer. Depois disso a luz se acendeu, e aquela paralisia momentânea havia sumido, ela mexeu os dedos dos pés, depois os dedos das mãos, respirou fundo e encostou na cadeira.*************************************************************************************
**eu não postei o resto, pq senão teria que pstar mais um bom pedaço da estória...
**essa estória n tem nome ainda.. então no marcador vou colocar Milena ok?
5 coments:
Oba! Oba! Oba!
Histórinha no aar o/
Adorei Mah, um suspense *-*
Quero ler o resto =D
Beeijo =*
Poxa, gostei, quero saber o final hihihi
beijoo
:O
Gosteeeiii *-*
Me lembrou de um mangá que comecei a traduzir, Boku wa Kisu de Uso wo Tsuku.
Apagões são o máximo *-*
beeeijo Maah, boa sorte nas provas ;D
Voltando para contar que deixei um selo para vc no blog, confere lá ^^
Gostei mesmo!
^^
Vou acompanhar.
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